27/12/2019 às 22h21min - Atualizada em 27/12/2019 às 21h21min

RECICLAGEM BATE META E QUEBRA RECORDE EM GUAÇUÍ

A meta de 300 toneladas foi batida já no mês de novembro, sendo que, na metade de dezembro, o registro inédito foi de 346 toneladas

FOLHA DE VITÓRIA

O ano de 2019 está sendo comemorado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), como o ano da reciclagem, fruto do projeto de Coleta Seletiva do município. A meta estipulada para o período foi de 300 toneladas. No entanto, já no mês de novembro, os dados totalizavam 325 toneladas e, até aqui, mais da metade do mês de dezembro, a reciclagem no município atingiu 346 toneladas.

De acordo com a Semmam, a meta estipulada para o ano de 2018 foi de 200 toneladas, quando foi registrada a marca de 213 toneladas. E este ano de 2019, depois de reunião com a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis do Município de Guaçuí (Asguamar), foi estipulada a meta de 300 toneladas, considerada ousada pela própria Secretaria.

O secretário municipal de Meio Ambiente, Roberto Martins, contou que será realizada a última reunião do ano com os membros da Asguamar, onde será discutida a provável meta de 400 toneladas para o ano de 2020.

“A implantação da coleta seletiva nas escolas foi um avanço significativo, assim como o aumento dos PEVs e o trabalho de conscientização, por meio de inúmeras palestras, campanhas e atividades desenvolvidas na semana alusiva ao Dia Mundial do Meio Ambiente”, afirma.

Coleta

A coleta seletiva foi implantada no ano de 2015 e, nos últimos três anos, houve um aumento de 83% na coleta de resíduos reciclados, passando de 177 toneladas para 325, no último mês de novembro. Quanto aos Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), os dados também mostram crescimento, passando de 14 PEVs, no ano de 2017, para 60, neste ano, um aumento de mais de 300%. Com tudo isso, a soma dos resíduos recolhidos e que foram reciclados, nos últimos cinco anos, atingiu a marca extraordinária de cerca de 1 milhão de quilos.

A reciclagem reduz, de forma significativa, o impacto sobre o meio ambiente, diminuindo a retirada de matéria-prima da natureza, gerando economia de água e energia e reduzindo a disposição inadequada do lixo. Além disso, é fonte de renda para os catadores que, antes de 2015, viviam do que conseguiam coletar do antigo lixão que foi extinto pelo município, conforme determina a legislação. Ao mesmo tempo, a Prefeitura construiu uma área de transbordo, onde o lixo não reciclável é depositado em caçambas que são levadas por uma empresa, em carretas, para um aterro sanitário em Cachoeiro de Itapemirim. Logo, Guaçuí não tem mais lixão.


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