27/12/2019 às 22h44min - Atualizada em 27/12/2019 às 22h45min

Força-tarefa tenta fechar lagoas de Carapebus, de onde partem plantas que sujam a Região dos Lagos

G1 REGIÃO DOS LAGOS
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As prefeituras de Cabo Frio e Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio, entraram com ações na Justiça contra o município de Carapebus, no Norte Fluminense, por conta das plantas aquáticas que chegaram às praias da região há mais de 10 dias.

A vegetação vinda de duas lagoas de Carapebus atingiu o litoral de Armação dos Búzios, Arraial do Cabo e Cabo Frio.

Faltando poucos dias para janeiro, época em que a região recebe mais turistas, equipes das prefeituras dos municípios, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e voluntários realizam mutirões de limpeza.

Os órgãos ressaltam que não há dano ambiental, pois estes tipos de plantas conhecidas como taboas são inofensivas e a retirada está sendo feita por questão estética. Segundo os municípios, mais de mil toneladas de vegetação já foram retiradas.

O Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal e a Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas) investigam a responsabilidade pela chegada das plantas ao oceano.

De acordo com a Prefeitura de Carapebus, houve uma abertura na barra da Lagoa de Carapebus no dia 13, pois as ruas centrais da cidade ficaram alagadas com a chuva da última semana.

Ainda de acordo com o município, a intervenção teve autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que é o órgão gestor do Parque Nacional de Jurubatiba.

Também houve abertura da barra da Lagoa do Paulista, entre Carapebus e Quissamã. Segundo o ICMBio, essa abertura foi feita por populares e de forma criminosa. Também houve abertura da Lagoa do Paulista por causas naturais.


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