13/02/2020 às 10h49min - Atualizada em 13/02/2020 às 10h49min

CARANGOLENSE LIDERA MANIFESTAÇÃO E PEDE REDUÇÃO DE ICMS SOBRE COMBUSTÍVEIS EM MANAUS

O ato ocorreu na manhã desta quarta-feira (12) e reuniu representantes da União dos Caminhoneiros do Brasil. Uma nova paralisação, com participação de motoristas de aplicativo, está programada para sexta-feira (14)

 

 

STEPHANE SIMÕES Diário do Amazonas

 

 

Manaus – Em protesto a favor da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis, na manhã desta quarta-feira (12), o líder da União dos Caminhoneiros do Brasil, Josué Rodrigues, se acorrentou, em frente à Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE), para chamar a atenção dos parlamentares e do governador do Estado.

Na última quarta-feira (5), o presidente da República, Jair Bolsonaro, lançou um desafio para que governadores mudassem a cobrança do ICMS para que, assim, ele reduza os impostos federais.

“A gente quer ele (Wilson Lima) zere o ICMS sobre todos os combustíveis, desde o gás, a gasolina, o etanol, o óleo diesel. Que eles aceitem o desafio que o nosso presidente fez, como quatro governadores no País já fizeram. Isso aqui é um aviso que a gente tá dando, tirando um peso das nossas costas com o prejuízo que o Estado pode sofre com a economia”, disse o Josué Rodrigues.

Segundo o líder dos caminhoneiros, as categorias vão aguardar até a próxima sexta-feira (14), às 12h, uma resposta do governador do Amazonas, período em que ele pretende ficar acorrentado em frente à Assembleia. Caso o pedido deles não seja atendido, uma paralisação será realizada.

“Isso aqui é um aviso para ele (o governador), até sexta-feira, 12h, que ele zere o ICMS. Do contrário, nós vamos travar Manaus, aí a responsabilidade passa a ser dele. Nós vamos parar as BRs e vamos parar Manaus”, afirmou.

Participação

Rodrigues convocou, ainda, a participação da sociedade, para pedir pela redução dos preços dos combustíveis. “Convoco todos vocês, que venham, parem, fechem seus comércios, se for preciso. Se ele não zerar, a gente vai chamar o impeachment pra ele, não tem outro jeito. Não tem como a gente aceitar um absurdo desse”, acrescentou.

 


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